CBMAE lança plataforma de conciliação online

14 de agosto de 2017 Notícias 0

A celeridade e o baixo custo são premissas que sempre estiveram presentes nas atividades da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial (CBMAE). Agora, a comodidade também faz parte deste grupo, já que, desde julho, a entidade opera um sistema de conciliação online.
Através de uma interação direta entre as empresas, consumidores ou prestadores de serviços, e com o auxílio direto de um profissional capacitado, a plataforma visa restabelecer o contato entre aquele que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final e aquele que oferece.
O Serviço traz comodidade e diminui ainda mais os custos e o tempo para aqueles que precisam resolver algum conflito empresarial. “Os pequenos conflitos têm custos muito baixos. Se colocarmos na ponta do lápis as locomoções, estacionamentos e o tempo gastos, principalmente nos grandes centros, o valor acaba saindo alto. Com a conciliação online, não é preciso sair de casa e tudo pode ser feito, inclusive, pelo celular”, destaca Eduardo Vieira (foto), coordenador nacional da CBMAE.
De forma prática, através do Portal CBMAE, o usuário cadastra sua demanda, que será avaliada pelo gestor e, estando em consonância com os termos de uso, o próprio sistema encaminha um convite à parte contrária, para que ela acesse a plataforma e o diálogo seja iniciado. A discussão entre as partes é via chat, local no qual irão expor suas questões e seus interesses.
De acordo com Vieira, os casos que podem ser resolvidos de forma virtual são aqueles que envolvem direitos patrimoniais disponíveis – quando se pode quantificar economicamente, atribuir um valor, que se pode transacionar livremente. “Para simplificar, no meio empresarial dizemos que qualquer contrato empresarial pode ser alvo desse tipo de resolução. Pode ser resolvido via conciliação tanto presencial, como online”, explica.
Após a realização do acordo online, é emitido para as partes o Termo de Conciliação, ou seja, um documento que formaliza a negociação realizada via chat. Segundo o artigo 784, Inciso III, do Código de Processo Civil (CPC), o termo tem validade jurídica, vale como título executivo extrajudicial. O pagamento pelo serviço pode ser feito através de boleto ou depósito bancário. Já se encontra em processo de validação o pagamento via cartão de crédito/débito

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